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Nó Cego e Bengala de Cego

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Tete e a Caixa.





Da Tete sempre me lembro,
de uma caixa enfeitar
colou foto dos apaixonados
e um DVD para apimentar.
Foram dias bem felizes
o halos inteiro curtiu.
Foi tamanha união
que a desavença aboliu.
Recheada de xuquinhas
das mais ingênuas às safadas.
Pretendíamos nós os fãs
aos amados presentear.
A jornada continua
falta a lista elaborar.
Ter seu nome nela
era por todos aspirado.
Tudo pronto .
Só faltava entregar.
E as portadora lá se foram.
E nas mãos do Alemão
o tal mimo foi parar.
O presente foi entregue
seu destino ignorado.
O que valeu foi a intenção
e muito mais a curtição.
Não importa o desfecho
e sim a felicidade
que projeta-lo nos deu.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Fãns de Elite





Num quero mais saber
De guerra com ninguém
Agora só quero ver
A Siri crescer

Não existe para mim
Nenhuma facção
A única que aceito
É a mesma que o povão

Ai quanta disputa
Nesta luta desarmada
É só palpite da turma
Ou são mulheres mal amadas

Não é que seu seja
Totalmente imparcial
Mais é que esta gente acusa
Minha ídola especial

Bandeiras brancas no ar
Tremulando sem parar
Vamos ver se o povo aceita
Uma trégua para pensar

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

terça-feira, 27 de novembro de 2007

As bochechas

(Todos os créditos deste funk vão para o Bengala de Cego que o escreveu)

Não são rosadas, mas desejadas.

Dá vontade de apertar.

Ou melhor beliscar.

Mas se isso tu ousares.

Uns sopapos vai levar...

De quem será?

Do Alemão, acredito que não.

Já do grego? Nem pensar.

Do Pedrão, esse já foi.

Sobra para Thiago, o nadador.

Um corretivo te passar.

domingo, 25 de novembro de 2007

Siri ou Analy

(TODOS OS CRÉDITO DESTA MÚSICA VÃO PARA O BENGALA DE CEGO QUE O ESCREVEU)

SOU FÃ, MAS NÃO FANÁTICA

TALVEZ MAS PRA SENSATA.

DEUS NOS LIVRE DAS ALTRUÍSTAS,
QUE SÓ QUEREM AJUDAR,
GERALMENTE SEM LIMITES.
PARA A SIRI SÓ DÃO CONSELHOS.
SEU TOM DE VOZ ABAIXAR.
DIMINUIR A " CAIPIREZ",
SE POSSÍVEL COM RAPIDEZ

SUA ROUPA ,AÍ MEU DEUS !
É DE GOSTO DUVIDOSO.
E ONDE SE VIU REPETI-LAS,

OH! MEU PAI QUE SUFOCO!
SE GOSTA DO ALEMÃO ?

AS HEBES DIZEM QUE NÃO!
E A MEXICANAS, PORQUE NÃO?
JÁ O PEDRÃO , QUEM É ESSE?
QUE OUSA INTERFERIR,
NAMOROU E NÃO CASOU,
POR QUE AGORA SE INTERESSOU?
CUIDADO COM ELE SIRI!
E DO CURSO WOLF MAIA,
COMO PODE SE AFASTAR?
ESTÁ NA HORA DE ESTUDAR.
OBEDEÇA ,AS FÃS ,SEM TITUBEAR.
VÊ SE PARA DE FALAR.
É MELHOR SÓ RESPIRAR.
PORQUE O QUE FALA ,
SÓ FAZ O POVO SURTAR.
SÃO TANTAS AS MODIFICAÇÕES.
QUE ME PONHO A PENSAR,

POSSO ESTAR ENGANADA

MAS COM CERTEZA ACREDITO
QUE QUEREM TALVEZ,

NUMA ANALI TRANSFORMA-LÁ!

  • Brilho no olhar



    (Todos os créditos deste verso vão para Lorenzo Frazão Petillo que os escreveu)

    Disse que seria eterno esse amor
    E obstáculos enfrentaríamos
    Disse que irias onde eu for
    Que juntos, pela vida, lutaríamos


    Por que você mentiu?
    Se não era isso que queria
    Pra quê me iludiu?
    Se mais tarde acabaria
    Por que me enganou?
    Só para ver que podia
    Pra quê fingiu que me amou?
    Eu acreditei que seria


    Fui cego, tão tolo
    Pra cair de novo no teu jogo
    Acreditar no brilho do teu olhar
    Brilho no olhar da cobra antes de picar


    Ao menos em parte foi bom
    Aprendi mais um lição que a vida me deu
    De não chorar porque um dia acabou
    Mas sorrir porque um dia aconteceu.

    livefyre