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Nó Cego e Bengala de Cego

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

A Besta!


Me digam minha gente
Do que o ser humano é capaz
Pessoas que conhecemos
Estão ao nosso redor
Convivem com nossos medos
Esquecem nossos lamentos
Desmoronam com os ventos
Adoram uma tempestade
São mesquinhos e cruéis
Ao ponto de matar suas crias
As vezes tenho vergonha
De que me chamem de ser humano
Me dá um aperto no peito
Quando sabemos o quanto foi sádico
A loucura de certos humanos
Que chegam a nos dar náuseas
E nos perguntar como podem
Ser tão cruéis os infelizes
Será que existe uma alma
Dentro destas matrizes
Eu tenho cá minha desconfiança
Que dentro moram demônios
Que vieram para este mundo
Para infernizar nossas vidas
E quem sabe pegar um inocente
Que caia em sua lábia
Será mais uma alma perdida?
Para levarem ao o seu habitat
São almas inferiores?
Não sei dizer não senhor
Por certo são bestas vindas
Do fundo das profundezas
Daquele que nem ouso falar
Quero só que Deus me ajude
A nunca me deixar encontrar
Coisas cruéis como estas
Oxalá meu pai, Ave Maria
Pé-de-Pato mangalô três vezes....

livefyre