Nó Cego e Bengala de Cego

sábado, 10 de julho de 2010

Um Conto à la Bukowski!



“O amor é uma espécie de preconceito. A gente ama o que precisa, ama o que faz sentir bem, ama o que é conveniente. Como pode dizer que ama uma pessoa quando há dez mil outras no mundo que você amaria mais se conhecesse? Mas a gente nunca conhece”.

“Um bom poeta pode fazer uma alma despedaçada voar”.

Tudo o que era mau atraía-me:gostava de beber, era preguiçoso, não defendia nenhum deus, nenhuma, opinião política, nenhuma ideia, nenhum ideal. Eu estava instalado no vazio, na inexistência, e aceitava isso. Tudo isso fazia de mim uma pessoa desinteressante. Mas eu não queria ser interessante, era muito difícil.

Charles Bukowski

Um namoro um pouco conturbado, ambos precisavam preencher os vazios deixados por outros, não havia amor, mas havia o suficiente para estarem juntos.Ele; alto, forte, inteligente, poeta e deliciosamente louco!

Ela; baixa, miúda, inteligente, e também deliciosamente louca, mas com os pés um pouco mais plantados no chão comparado a ele!

Numa noite fria de inverno, saíram de um bar levemente embriagados após muito papo “cabeça” jogado ao vento pra o Universo absorver!

Caminharam abraçados lentamente pelas ruas do centro da Cidade até chegar ao prédio onde um casal de amigos morava!

O prédio é o mais antigo da Cidade, cujo elevador, circulam as pessoas mais diversas daquele local, putas, travestis, gays senhoras, senhores, famílias onde todos conseguem trocar frases, palavras e histórias das mais inusitadas por fração de segundos, minutos, na mais perfeita harmonia, deliciosamente loucos!

Chegaram, conversaram mais um pouco, beberam um pouco mais e procuraram um lugar dentro daquele apartamento para que o mundo parasse e aquele momento fosse vivido, sem palavras, sem frases, sem diálogos, somente vivido!

livefyre

JOGUINHO DAS BOLINHAS

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